Diretor Max Eberl reflete sobre temporada e traça planos para o futuro dos Potros

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Foto: Divulgação/Borussia

O Borussia Mönchengladbach nitidamente passou por uma temporada turbulenta e irregular, algo que justifica a não qualificação da equipe para as competições europeias da próxima temporada. Ciente disso, o diretor esportivo Max Eberl falou sobre sua percepção da temporada dos Potros, como alguns jogadores se desenvolveram e o como o clube continuará a implementar sua filosofia em desenvolver jovens e talentosos jogadores.

P: Max, como você descreveria a temporada?

Foi uma temporada empolgante. Tivemos vários jogos com todos os tipos de emoções, tivemos altos e baixos. Nós recebemos o Barcelona e quase conquistamos um ponto, depois de realmente jogar muito bem contra uma equipe de classe mundial. Eu ainda tenho arrepios quando me lembro da atmosfera daquela tarde”.

P: Quando a temporada começou a desmoronar?

Acredito que tenha sido no jogo contra o Schalke na primeira parte da temporada (derrota por 4 a 0). Tivemos boas apresentações depois daquele revés, mas sempre saindo com poucos pontos. Alguns jogos como Celtic, Köln e Hoffenheim, onde jogamos bem e não conseguimos vencer. Os dois pênaltis perdidos diante do Hamburgo, a eliminação para o Frankfurt depois de lutar por 120 minutos. Também foi difícil de digerir a eliminação para o Schalke na UEL, mesmo sem ter perdido um jogo sequer

P: O quão importante foi a mudança de técnico?

Não tivemos outra chance senão realizar a troca de treinador no Inverno, mesmo que eu nunca tenha desejado ter tomado àquela decisão. No fim foi crucial ter feito aquela troca, mesmo que me machucasse ter demitido Schubert, mas Hecking realizou um excelente trabalho

P: Um dos pilares da defesa, Andreas Christensen, precisará de uma reposição…

Essa é uma grande questão que temos que resolver. Mas nos fizemos boas reposições ao longo dos últimos anos e temos algumas ideias. Talvez algumas pessoas digam que é impossível substituir Christensen, mas também foi o caso quando vendemos Granit Xhaka, Marco Reus e Marc-André ter Stegen. Espero que a torcida compreenda nossa ideia e filosofia, talvez algum jovem jogador tenha papel importante em nossas transferências. E esses jogadores necessitam de um ambiente adequado para se desenvolverem, o que me deixou chateado com algumas vaias – direcionadas a Mo Dahoud – que escutei no estádio”.

P: Como você poderá fortalecer o desenvolvimento de jovens jogadores no clube?

Estamos pensando em como podemos adicionar algo para nosso staff nessa área. Queremos encontrar alguém para tomar conta de jogadores como Bénes, Doucouré, Simakala e Ndenge e desenvolver suas qualidades para que eles alcancem o topo. Estamos lutando em todas as frentes para melhorar em cada área”.

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