É hora de ter culhões, Dieter Hecking

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Foto: Divulgação/SportDE

Depois de um duríssimo revés diante do Hertha, por 3 a 0, o Borussia Mönchengladbach produziu uma excelente atuação perante um fortíssimo Eintracht Frankfurt, fora de casa, e por pouco não saiu com um merecido triunfo da Commerzbank Arena. O time aparentemente havia reagido bem ao primeiro revés como mandante, mas não foi o que de fato aconteceu após sucumbir diante do Wolfsburg, novamente por 3 a 0, também no Borussia-Park.

Parece um estigma, mas os Foals tiveram boa produção ofensiva e controle durante a maioria do confronto com os Lobos – todavia, desperdiçando inúmeras oportunidades, assim como na partida contra o Hertha. Florian Neuhaus, por exemplo, teve duas chances claríssimas para abrir o marcador, mas acabou, na primeira, parando no travessão, e na segunda oportunidade, teve seu tento salvo praticamente na linha por Knoche. Repetindo os mesmos erros apresentados diante da equipe da capital alemã, o Gladbach concedeu o primeiro gol na primeira chegada e chute dos visitantes.

O comandante Dieter Hecking, agora, precisa mostrar autoridade e realizar alterações importantes na equipe, que vem perdendo seu desempenho. Lang foi para o banco depois de uma exibição tenebrosa diante do Hertha, mas Johnson, o substituto, não tem mais qualidade para atuar em alto nível na Bundesliga. Por que não voltar com o jovem Louis Beyer? O debutante detém uma das maiores avaliações do elenco pelo WhoScored e iniciou a Bundesliga com excelentes atuações.

No meio-campo, Hecking retornou com Kramer, outro erro gravíssimo, facilmente visto pela lentidão do setor com a presença do campeão mundial – aquém do seu nível desde que retornou ao Bayer Leverkusen e posteriormente foi comprado pelos Foals. Na linha de frente, outro impasse grande e que exige comando: sacar Lars Stindl. Ok, Stindl é o capitão, líder do grupo e importantíssimo no vestiário, mas o meia-atacante vem apresentado atuações horripilantes. Apenas dois gols marcados em toda temporada, além de prejudicar o desempenho de Alassane Pléa, primeiramente movido para os flancos do campo e posteriormente ao banco de reservas. Será ele realmente o jogador que deve sentar no banco?

O trabalho tem sido fantástico até aqui e é até difícil associar muito os últimos fracassos mais ao treinador do que a própria equipe – tendo em vista como os gols surgiram, mas também é papel do comandante tentar encontrar soluções para esses dilemas.

Pense, Dieter Hecking…na próxima rodada o Borussia recebe o Bayern de Munique, equipe no qual os Die Borussen costumam se superar. Algo precisa ser modificado, e isso é fato.

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