2007-2008 – A última vez do Borussia Mönchengladbach na 2. Bundesliga

Divulgação: Faz.Net

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Atualmente o Borussia Mönchengladbach está reestabelecido como uma equipe de topo na Alemanha, mas antes disso acontecer, a equipe quase sempre encara o rebaixamento na liga, algo que foi confirmado na temporada 06-07, quando os Foals terminaram a competição na lanterna.

Em busca da reconstrução, o técnico escolhido foi Jos Luhukay, que havia sido contratado na reta final da temporada anterior, mas pouco pôde fazer para salvar uma equipe já fadada ao rebaixamento. Com boa movimentação no mercado de transferências, os Die Fohlen conseguiram minimizar o prejuízo de algumas contratações, como as de Federico Insúa (€4,2M / América do México) e Thygesen (€1,35M / Midtjylland), além da venda recorde de Marcel Jansen ao Bayern de Munique por €14M.

Jos Luhukay foi responsável por comandar o acesso do Gladbach (Foto: Divulgação/DW)

Christian Ziege, ex-jogador dos Foals e recém aposentado, assumiu a condição de diretor de futebol na época, e como primeira experiência, tinha a missão de reerguer o Gladbach. Ziege fez contratações certeiras e a baixo custo: o quarteto Roel Brouwers, Sascha Rösler, Patrick Paauwe e Marcel Ndjeng em valores somados das transferências, custaram pouco menos que €2M e foram peças fundamentais no acesso. Das duas contratações mais caras, Rob Friend (€1,2M / Heerenveen) foi o que teve mais destaque, enquanto Roberto Colautti (€1,6M / Maccabi Haifa) foi reserva em maior parte da campanha.

Apesar de uma grande quantidade de empates, o Borussia fez uma excelente campanha na segunda divisão, finalizando a temporada como campeão – 18 vitórias, 12 empates e apenas 4 derrotas, totalizando 66 pontos, seis a mais do que o vice-campeão Hoffenheim e do arquirrival Köln. Graças a dupla de ataque formada por Rob Friend e Neuville, os Potros terminaram a competição com o melhor ataque, tendo anotado 71 tentos. Friend foi o vice-artilheiro da competição com 18 gols, enquanto Neuville marcou em 15 oportunidades.

Foto: Divulgação/Kicker

Na defesa, a segunda melhor da competição (38 gols sofridos em 34 jogos), o Borussia contava com nomes conhecidos da torcida, como Heimeroth, Filip Daems e Roel Brouwers, peças fundamentais no desempenho defensivo da equipe. Prata da casa e um dos maiores talentos do país na época, Marko Marin, de apenas 18 anos, acabara de ser promovido a equipe principal e foi fundamental no acesso. Atuando no 442 tradicional de Luhokay, Marin e Marcel Ndjeng contribuíram, cada um, com 13 assistências e quatro gols.

O acesso foi confirmado na 32ª rodada da 2. Bundesliga ao superar o Wehen por 3 a 0. Novato na área, Ziege ficou extremamente satisfeito: “Nosso objetivo era muito claro, de conseguir o acesso no primeiro ano – a maioria de nós não acreditou que seria possível. Não foi uma tarefa fácil, especialmente porque era algo novo para mim”, analisou o antigo dirigente dos Potros, antecessor de Max Eberl.

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